0804 | Qwen3.8-Max e as novidades de yapyap, Murmell e AgentSky

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Sofia Almeida:Olá, e bem-vindos ao Product Hunt diário, o seu podcast do Bri.

Este episódio é produzido pela Bri. O Bri usa tecnologia avançada de IA para transformar os feeds importantes para você em podcasts feitos para ouvir. Fale conosco em hi@bri.so.

Transcript

Sofia Almeida: Olá, e bem-vindos ao Product Hunt diário, o seu podcast do Bri. Eu sou a Sofia Almeida.

Rafael Costa: E eu sou o Rafael Costa. No episódio de hoje, começamos pelo grande lançamento da Qwen, que apresentou o que chama de modelo mais capaz até agora — um gigante com 2,4 trilhões de parâmetros.

Sofia Almeida: Depois a gente mergulha em ferramentas para o seu dia a dia: um gravador de reuniões que funciona tudo no seu dispositivo, uma tela compartilhada na nuvem para a equipe e para agentes de IA, e um agente gratuito e de código aberto para celular.

Rafael Costa: E ainda tem novidade para quem vive no terminal, com dois lançamentos voltados a desenvolvedores, e um app de Mac que transforma qualquer parte da tela em Markdown. Vamos nessa?

Sofia Almeida: A Qwen acaba de apresentar o que chama de modelo mais capaz da sua história. É um misto de especialistas com escala enorme, contexto gigante e capacidades de agente para codificar, pesquisar e trabalhar junto por longos períodos.

Rafael Costa: E o que impressiona é justamente esse trabalho de longa duração. Num dos testes, o modelo rodou dezesseis dias seguidos começando do zero: pegou um repositório vazio, montou a estrutura de codificação e seguiu trabalhando enquanto chegavam novas tarefas, retornos e resultados de testes. No fim, o repositório tinha 265 commits e mais de 150 issues abertas pela comunidade.

Sofia Almeida: Ou seja, ele não faz só uma tarefa e para. Ele sustenta um projeto por mais de duas semanas, o que é um salto grande para agentes de IA.

Rafael Costa: E já está disponível na nuvem da própria Qwen, funcionando com os principais ambientes de desenvolvimento usados no mercado. Mas a novidade que mais chamou atenção na comunidade foi outra: os pesos abertos chegam na semana que vem, e a empresa promete que será a maior liberação de pesos abertos da sua história.

Sofia Almeida: Um membro da comunidade comentou exatamente isso: ver a Qwen continuar abrindo modelos nessa escala é surpreendente, porque a maioria dos laboratórios hoje esconde tudo atrás de APIs pagas. Ele chamou a liberação dos pesos completos de um presente genuíno para a comunidade.

Rafael Costa: Então, para quem acompanha IA aberta, a semana que vem deve ser grande. Enquanto outros fecham, a Qwen aposta no caminho oposto.

Sofia Almeida: De modelos gigantes para algo bem mais pessoal. O yapyap é um gravador de voz e de reuniões com uma filosofia clara: tudo fica no seu aparelho. Ele grava, transcreve, identifica quem falou e transforma a conversa em resumos e tarefas, sem enviar nada para a nuvem.

Rafael Costa: E a história de origem explica tudo. O criador cansou de pagar assinatura, inclusive de um app de transcrição que cobrava todo mês só para mandar conversas para servidores. Então ele construiu o oposto: sem conta, sem bot que entra nas chamadas, e nenhum áudio sai do dispositivo. A transcrição, a identificação de falantes e a análise de IA rodam no próprio hardware.

Sofia Almeida: O pagamento é único, nada de assinatura recorrente: sete dias grátis, sem pedir cartão, e depois um valor fixo de 69 euros. Funciona em macOS, Windows e Linux, e tem até app de telefone que vira um gravador em movimento e sincroniza com o desktop pela rede local.

Rafael Costa: O que me chamou atenção é o sistema de lentes: uma mesma gravação pode ser reaproveitada em vários formatos, como resumo, lista de tarefas, atas de reunião ou notas individuais. E dá para escrever sua própria lente com um comando e compartilhá-la. A lente viaja, mas a gravação nunca sai do aparelho.

Sofia Almeida: E para quem prefere nuvem, dá para conectar opcionalmente provedores como OpenAI, Anthropic ou Groq. O produto diz funcionar em mais de 90 idiomas, incluindo português. O próximo passo anunciado no roteiro é exportar para qualquer lugar.

Sofia Almeida: O Murmell é uma tela compartilhada na nuvem onde a equipe e os agentes de IA trabalham no mesmo repositório, na mesma sala, com prévia ao vivo. E fechar o laptop não interrompe nada, porque o trabalho continua em uma máquina na nuvem e volta para o git.

Rafael Costa: O fundador conta que a ideia nasceu depois de um hackathon em que três pessoas e quatro agentes dividiam um único laptop, e metade da noite foi gasta decidindo quem estava em qual arquivo. A solução é um mecanismo simples: antes de escrever, cada agente reivindica o arquivo que vai mexer, um titular por caminho, e os demais esperam a vez.

Sofia Almeida: Em outras palavras, como nada foi dividido no início, nada precisa ser mesclado no fim. E tem uma curiosidade: ele diz que construiu o Murmell usando o próprio Murmell depois que a ferramenta ficou estável.

Rafael Costa: Ele suporta hoje várias ferramentas de agentes conhecidas, e usa as ferramentas de linha de comando que o usuário já paga, rodando nas suas próprias máquinas. Nada é revendido e nenhuma chave é guardada pela plataforma.

Sofia Almeida: E também existe um agente próprio do Murmell: você pede o que quer construído, e ele abre os terminais e distribui a cada agente a sua parte do repositório. Para lançamento, a primeira semana é grátis, mais 60 dólares em créditos, e depois há planos mensais a partir de 39 dólares.

Sofia Almeida: Já o AgentSky é um serviço gerenciado de agente como serviço, com a promessa de lançar um agente de IA de longa duração em um clique, usando diversas ferramentas conhecidas, e acessível por WhatsApp, Telegram, Slack, web, API para desenvolvedores e linha de comando.

Rafael Costa: O fundador conta que construiu o AgentSky porque agentes prontos para produção exigem mais infraestrutura do que a maioria imagina: testar combinações de ferramenta e modelo, manter ambientes seguros, sobreviver a reinicializações e conectar os agentes a todos os canais dos usuários. Ele enfrentou esses mesmos problemas num projeto anterior.

Sofia Almeida: A solução é um agente que roda sempre ativo num ambiente próprio na nuvem, com histórico completo, cópias de segurança e restauração, mantendo a mesma memória e o mesmo protocolo em todas as ferramentas e canais.

Rafael Costa: E há o recurso de clonar um agente local para a nuvem, vendido como "sem Mac mini, sem setup". O serviço já suporta mais de dez mil sessões de agente para dois projetos, e o preço é a partir de três dólares por mês: estacionar o agente é gratuito, e você só paga quando ele está de fato trabalhando.

Sofia Almeida: Uma novidade anunciada junto: o Kimi K3, o modelo principal da Moonshot, com contexto de um milhão, já disponível em diversas ferramentas de agentes. Entre os modelos e capacidades listados estão também Opus, Gemini e outros.

Sofia Almeida: E para fechar, o Open Minis: um agente de IA gratuito e de código aberto para iOS e Android, com tudo rodando no próprio aparelho. Em vez de só conversar, ele dá ao modelo um computador de verdade, com um ambiente Linux em sandbox diretamente no celular.

Rafael Costa: Isso significa que o modelo pode instalar programas, rodar Python, editar arquivos reais e controlar um navegador. E ao redor, mais de trinta conexões nativas alcançam dados de saúde, casa inteligente, calendário e fotos do aparelho.

Sofia Almeida: A motivação do criador é clara: ele diz que todo assistente de IA no celular falava sobre seus dados, mas nunca tocava neles. E os poucos que conseguiam agir ficavam presos ao modelo de uma única empresa e à nuvem dela. Aqui, você traz seu próprio modelo, e as chaves e os dados nunca saem do telefone.

Rafael Costa: São três princípios: local-first, com tudo no dispositivo, sem conta e sem servidor no caminho; você traz seu próprio modelo, de várias opções ou qualquer coisa compatível; e código aberto, nas duas plataformas, gratuito e sem compras dentro do app.

Sofia Almeida: O roteiro do projeto é construído em grande parte a partir das solicitações que as próprias pessoas registram. Para quem quer um agente que realmente age, mas sem abrir mão da privacidade, esse aqui merece ficar de olho.

Sofia Almeida: Vamos começar pelo Ctruh Studio, que estreou no Product Hunt como uma plataforma sem código, com inteligência artificial, para criar experiências 3D interativas para a web direto no navegador — sem instalar plugin e sem download. O lançamento foi anunciado por Sharun, diretor de crescimento, em nome do fundador e CEO Vinay, e a proposta central é transformar páginas de produto 2D em experiências imersivas de compra.

Rafael Costa: E o destaque fica por conta do recurso que eles chamam de VersaAI, que gera modelos 3D prontos para uso a partir de texto ou imagem em poucos minutos. A plataforma também oferece visualizadores para girar, ampliar e inspecionar produtos, experimentação virtual de roupas e realidade aumentada para colocar o item no espaço do cliente ou sobre a pessoa, além de configuradores de cores, materiais e variantes, e vitrines virtuais.

Sofia Almeida: A ideia é ser tudo num só lugar: um acervo único de assets com sistema de gestão de conteúdo, um motor nativo de navegador com carregamento instantâneo e IA integrada desde a base. E há teste gratuito com créditos de lançamento.

Rafael Costa: Nos comentários da comunidade, os elogios foram para o gerador de assets lidando bem com formas orgânicas, como modelos de plantas, e para o editor de materiais produzir texturas realistas de cerâmica. Pessoas sem perfil técnico conseguiram montar uma experiência de prova virtual em poucos minutos. Um lojista de móveis ainda destacou que a realidade aumentada pode reduzir devoluções.

Sofia Almeida: Mas também houve pedidos concretos: um fluxo para editar várias variantes de uma vez, em lote, e a otimização do tamanho dos arquivos para carregamento em celular. Um comentário chamou atenção para a importância do peso da malha e do tamanho da textura depois da otimização, justamente pensando no desempenho em redes móveis.

Rafael Costa: O próximo lançamento é o MascotAI, um estúdio de mascotes em SVG animado para aplicativos web e mobile. O criador conta que construiu a ferramenta porque via muitos apps com bons produtos, mas rostos esquecíveis. Em vez de imagens PNG soltas, o produto entrega pacotes de SVG animados com gestos, temas e partes que podem ser alternadas.

Sofia Almeida: E os estúdios de exemplo são interativos, sem precisar de conta, no site appmascot.ai. Já há quatro estúdios ao vivo. O primeiro é o Orator AI, chamado Lyra, um companheiro de coaching de fala com 22 poses e penas guiadas por pontuação, poses de microfone e de ensaio. Depois vem o app de alarme Sol, um blob de luz com 15 poses, que mostra emoções como clarões de luz em vez de um rosto genérico.

Rafael Costa: Há ainda o Buddy, um pintinho redondo com 16 poses para rituais matinais — cantar, cochilar, nascer do sol e um pouco de rabugice — e o Fanous, um personagem lanterna para um app islâmico, com 30 poses e gestos de oração, festival e companhia diária.

Sofia Almeida: O fluxo é simples em três passos: você escreve um briefing curto em texto, sem enviar arquivos de design, escolhe entre três direções visuais que voltam em segundos, e baixa os SVGs animados para colar no código, com a opção de acrescentar gestos depois.

Rafael Costa: O site ainda cita dados para justificar o valor de um mascote: a Duolingo teria visto o uso diário ativo subir cerca de 5% ao colocar o Duo em notificações push, e em 400 campanhas de longo prazo, as lideradas por personagem superaram as demais em participação de mercado, em mais 37%, e em novos clientes, em mais 27%. Só que, segundo a mesma fonte, apenas 4% das marcas realmente adotam esse tipo de traço.

Sofia Almeida: Agora dois lançamentos para quem vive no terminal com agentes de codificação. O primeiro é o claudemon, que transforma a espera do Claude Code num jogo: a cada 20 segundos de trabalho do Claude, o jogador dá mais um passo na grama, algo aparece, a linha de status avisa, e a batalha acontece numa segunda aba do terminal.

Rafael Costa: Ele inclui os 151 Pokémon originais, com estatísticas, tipos, taxas de captura e movimentos da primeira geração, além de batalhas com acertos críticos, tabela de tipos, status, pontos de poder, captura, evolução, uma Pokédex separando o que você viu do que capturou, uma loja e um sino que toca quando o Claude termina ou trava num pedido de permissão.

Sofia Almeida: O projeto é open source, gratuito, sob licença MIT, e roda totalmente local — sem conta e sem backend, feito por zamarrowski. A instalação passa por um plugin, e exige Node.js na versão 18 ou superior e terminal com truecolor. Só os sprites são baixados, cerca de 1,2 megabyte.

Rafael Costa: Mas a comunidade já apontou a armadilha: como o progresso é por tempo, uma execução que gira 20 minutos sem produzir nada ainda recompensa o jogador. Um comentarista sugere amarrar o encontro ao código de saída do processo. Outro pergunta se o jogo afeta os tempos de espera.

Sofia Almeida: O segundo lançamento é o mpai, que transforma sessões existentes de Codex e Claude Code em multiplayer. Um colega entra numa sessão nativamente partilhada, de outro Mac, com contexto real e o prompt atribuído ao nome dele. O Tailscale mantém a privacidade e o Mac anfitrião mantém o controle. Ele lançou em 3 de agosto no Product Hunt como alpha público, para macOS com Tailscale, com partilha explícita e suporte a Claude Code e mod.

Rafael Costa: O destaque das últimas 24 horas é o Inventory, um índice privado e local para pesquisar conversas de agentes de IA e IDEs. O criador, Neil, conta que foi motivado pelo fato de as conversas se acumularem entre Cursor, Claude Code, Zed, Codex e Kiro, sem nenhuma forma de pesquisar tudo aquilo — o histórico do navegador não ajuda e os próprios aplicativos têm busca fraca ou inexistente.

Sofia Almeida: O Inventory roda localmente, indexa tudo na máquina e oferece uma única barra de busca, sem cadastro, sem nuvem e sem assinatura — é uma taxa única de 19 dólares e 99 centavos, com atualizações gratuitas para sempre e pagamento processado pela Polar. Segundo o site, ele indexa seis ferramentas — Cursor, Claude Code, Zed, Codex, Kiro e Antigravity —, é cem por cento no dispositivo, mantém histórico ilimitado e anuncia latência de busca de zero milissegundos.

Rafael Costa: Na prática, ele lê os armazenamentos locais que as ferramentas já escrevem, em modo somente leitura e com snapshot antes, e mescla tudo numa linha do tempo pesquisável. A primeira indexação leva segundos, e depois ele fica ativo lendo cada arquivo uma única vez.

Sofia Almeida: O atalho funciona de qualquer aplicativo, e traz resultados tanto por palavra-chave quanto por significado, já que cada conversa é incorporada no próprio dispositivo — resultados encontrados por significado vêm rotulados. Dá até para capturar uma anotação rápida e compará-la com todo o histórico já trabalhado. Sessões do Claude Code e do Codex reabrem no terminal com a transcrição completa anexada, mesmo que a pasta do projeto tenha mudado, e qualquer thread pode ser condensada num resumo e colada como abertura em outra ferramenta.

Sofia Almeida: Para fechar, o Appllama, uma plataforma de pesquisa de design para criadores de apps, também lançada no Product Hunt. Ela permite pesquisar mais de 25 mil telas — o site cita 25.200 — de mais de 600 apps iOS de maior faturamento da App Store, num catálogo de 609. Dá para seguir fluxos completos de onboarding, paywall, home e compras dentro do app, inspecionar elementos de interface, cores e fontes, e ver receita, downloads e avaliações em contexto.

Rafael Costa: Novos apps chegam semanalmente, capturados ao vivo da loja. Começa grátis, sem cartão, e há versões pagas Pro e Pro Studio. O cofundador, Jaimin, conta que esta é a terceira tentativa de startup — as duas primeiras falharam — e oferece o código PHUNT2026 com 25% de desconto no Pro para a comunidade.

Sofia Almeida: Na discussão, os usuários quiseram saber como a ferramenta difere do Mobbin, se há API ou MCP, e se os dados de receita vêm de estimativa de terceiros ou de fonte direta — um leitor notou que alguns números pareciam um pouco fora do esperado. Outro não conseguiu testar sem pagar, apesar de parecer gratuito, e sugeriu liberar três a cinco amostras após o cadastro. Também houve a pergunta sobre apps que subiram no ranking e depois caíram.

Rafael Costa: O site lista categorias como saúde e fitness, com 236 apps, estilo de vida com 191, educação com 103, produtividade com 94 e foto e vídeo com 57, e afirma ter a confiança de equipes de design de nomes como ChatGPT, Strava, Duolingo e Goodnotes. Um exemplo do catálogo: o Camera360 tem 34 telas, receita estimada de 90 mil dólares por mês e nota 4,7. O Photoleap, editor de fotos com IA, tem 42 telas, cerca de 300 mil dólares por mês e a mesma nota. E com isso, seguro o microfone para a próxima parte da conversa.

Sofia Almeida: E tem um detalhe curioso nesse Snapdown: ele não é um OCR comum. O criador, Broden, queria copiar conteúdo que aparece na tela mas que não dá pra selecionar — tabelas, documentação, mensagens de erro, slides. A maioria das ferramentas recupera as palavras, mas perde a estrutura. Esse app promete preservar títulos, listas, ordem de leitura e tabelas como Markdown estruturado.

Rafael Costa: E o diferencial aqui é a privacidade, né? O reconhecimento roda inteiramente no chip Apple silicon do seu Mac. As capturas ficam no computador, não há upload, não precisa de conta e funciona offline. Na prática: atalho, seleciona a região, e o Markdown já vai pra área de transferência.

Sofia Almeida: Exato. E tem o Aggregate Mode, que vai anexando cada captura ao mesmo arquivo Markdown. O criador recomenda dividir a tela em seções naturais e dar zoom antes de capturar texto denso ou fórmulas — porque a precisão depende da qualidade da imagem.

Rafael Costa: Importante, porque em layouts complexos ou com imagem ruim os resultados podem variar. Mas o preço é amigável: doze dólares em pagamento único, licença vitalícia pra uma pessoa em até dois Macs. As primeiras dez capturas bem-sucedidas são gratuitas, sem conta e sem dados de pagamento.

Sofia Almeida: E se você trocar de Mac, insere a mesma chave — se as duas ativações já estiverem em uso, ele substitui a menos usada recentemente. Requer macOS 14 ou mais novo e um Mac com Apple silicon a partir da família M1. Um app pensado pra quem lida com documentação todo dia.

Sofia Almeida: Chegamos ao fim de mais um boletim cheio de novidades, e a mensagem de hoje é clara: a IA não é mais só sobre conversar, mas sobre trabalhar junto com você no seu espaço. Do Qwen3.8-Max ao câmbio de agentes open source e ferramentas locais, a tendência é a mesma: mais controle, mais privacidade e interfaces que se adaptam ao seu fluxo.

Rafael Costa: Exatamente. Gravações de reunião, canvases compartilhadas, agentes para iOS e Android e até monitores de conversas de agentes... tudo pensado para facilitar a vida de quem desenvolve. Ficamos por aqui hoje, mas amanhã voltamos com mais lançamentos e destaques do Product Hunt. Até lá!